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Will Eisner – Quadrinhos e Arte Sequencial

abril 28, 2011

WILL EISNER Mais que o cuidar de um personagem mítico, é o precursor da HQ moderna. Pela riqueza da trama narrativa e pelas inovações gráficas de suas histórias, ele está entre os que mais contribuíram para a renovação das histórias em quadrinhos. A presente obra baseia-se no curso que ministrou por muitos anos na School of Visual Art de Nova Iorque. E contém o acervo de suas idéias, teorias e conselhos sobre a prática de contar histórias em quadrinhos. O livro foi planejado para ser um guia útil para o estudante sério, o profissional e o professor de artes gráfica.

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apocalipse motorizado

abril 13, 2011

 

 

‘Apocalipse Motorizado – A Tirania do Automóvel em um Planeta Poluído’ apresenta uma coletânea inédita de textos sobre a questão do automóvel como uma imposição social, discutindo seus ‘efeitos colaterais’ nefastos como poluição, dependência do petróleo, expropriação do espaço público comum e a exclusão social. Mais que uma abordagem teórica, o livro propõe ações práticas e soluções à libertação da humanidade dessa tirania. A coletânea é ilustrada pelo cartunista americano Andy Singer, cujo livro ‘Cartoons’ tornou-se referência nos movimentos anticapitalistas ao redor do mundo.

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Ivan illich – Sociedade sem escolas

abril 4, 2011

esse livro deveria ser obrigatório para “educadores” e “educados”,voce era(é) o cdf que senta na frente ou o pertubado que senta no fundo da sala de aula?   alguem ja parou para questionar os metodos dessa instituição chamada escola?Ivan illich sim! fez isso de modo visceral, muito mais que uma critica nos faz refletir que outros métodos de conhecimento existem e são  possíveis!  Através de exemplos sobre a natureza ineficaz da educação institucionalizada, Illich se mostrava favorável à auto-aprendizagem, apoiada em relações sociais intencionais, e numa intencionalidade fluida e informal…livro muito mais do que recomendado a todos que sofrem ou ja sofreram com a escola de algum modo em suas vida.

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a todo vapor

abril 3, 2011

nunca consegui ter rotina em nada na minha vida, e não poderia ser diferente aqui nesse blog, logo isso aqui fico largado ao mofo e as traças.meu nerd-comparsa Murilo, nem deve mais lembrar desse blog. alias quem lembra disso aqui? você entra nisso aqui? esta me lendo? comente alguma coisa!!…então, apos algumas horas em um sabado com muito calor e tedio, resolvi limpar as traças e tirar o mofo desse blog. arrumei todos os links quebrados. transferi  os ebooks do chato scribd para o  agradável  4shared. vou tentar espantar os fantasmas desse navio, e voltar a postar com mais freqüência!

se voce le isso aqui. escreva alguma coisa, vai ser motivador!

saludos!

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Anthony Burguess – Laranja Mecanica

setembro 14, 2008

Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário.A estranha linguagem utilizada por Alex soberbamente engendrada pelo autor empresta uma dimensão quase lírica ao texto.Ao lado de 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Laranja Mecânica é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

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Florbela Espanca – Livro de Mágoas

setembro 14, 2008

No Livro de Mágoas, dedicado ao seu pai, o seu melhor amigo, e à alma que considera irmã da sua, o seu irmão, Florbela centra-se na temática da mágoa, da dor e da saudade, inserindo-se, desde o início da obra, num contexto decadentista e, por vezes, turtuoso. À obra, que abre com uma epígrafe a Eugénio de Castro e a Verlaine, não falta o tom finissecular, dado pela tendência para chorar e lamentar-se que se manifesta ao longo da obra, que inclui sonetos como «Vaidade», «Neurastenia», «Castelã» e «Em Busca do Amor.

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Errico Malatesta – Escritos Revolucionários

setembro 14, 2008

“Todos entregavam para a propaganda tudo o que podiam, e também o que não podiam, pois quando o dinheiro escasseava, vendiam tranqüilamente os objetos de suas casas, aceitando com resignação as censuras das respectivas famílias. Pela propaganda esquecíamos o trabalho e os estudos! Enfim, a Revolução estava a ponto de eclodir a qualquer momento, e teria arrumado tudo. Alguns acabavam com freqüência na cadeia, todavia, saíam dali com mais energias do que antes: as perseguições não tinham outro efeito senão consolidar nosso entusiasmo. É verdade que as perseguições daquele momento eram fracas comparadas com as que viriam mais tarde. Naquela época, o regime saído de uma série de revoluções: e as autoridades, rígidas desde o início com os trabalhadores, em particular no campo, mostravam certo respeito pela liberdade na luta política, uma espécie de indisposição parecida com a dos governantes austríacos e a dos Bourbons, que, todavia, se desfez tão rápido quanto se consolidou o regime, e a luta pela independência nacional foi relegada a um segundo plano”.

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Grupo Krisis – Manifesto Contra o Trabalho

setembro 14, 2008

O domínio do trabalho morto

Um defunto domina a sociedade – o defunto do trabalho. Todos os poderes ao redor do globo uniram-se para a defesa deste domínio: o Papa e o Banco Mundial, Tony Blair e Jörg Haider, sindicatos e empresários, ecologistas alemães e socialistas franceses. Todos eles só conhecem um lema: trabalho, trabalho, trabalho !

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Miguel de Cervantes – Don Quixote de la Mancha

setembro 14, 2008

A ação principal do romance gira em torno das três incursões feitas pelo protagonista e por seu fiel amigo e companheiro, Sancho Pança, que tem um perfil mais realista, por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. O personagem principal da obra é um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão pela leitura assídua dos romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis prediletos. Envolve-se em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.

O verdadeiro nome do pobre fidalgo é Alonso Quijano (Quixano), chamado pelos vizinhos de o Bom. Já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances e sua loucura começa quando toma por realidades históricas indiscutíveis as façanhas dos personagens dos livros, as quais comenta com os amigos, o cura e o barbeiro do lugar. Quijano investe-se dos ideais cavalheirescos de amor, de paz e de justiça, e prepara-se para sair pelo mundo, em luta por tais valores e por viver o seu próprio romance de cavalaria. Escolhe um título para si mesmo, o de Don Quijote de la Mancha, apelida um cavalo velho e descarnado com o nome de Rocinante e elege como dama ideal de seus sentimentos uma simples camponesa a quem dá o nome de Dulcinea del Toboso, suposta dama de alta nobreza.

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Ignacio Ramonet – A Tirania da Comunicação

setembro 14, 2008

Televisão necrófila

Uma lição moral como esta tornava-se realmente necessária depois da revelação, em finais de Janeiro de 1990 de que as imagens terríveis da vala comum de Timisoara na Roménia, eram fruto de uma encenação (Le Fígaro, 30 de Janeiro de 1990): os cadáveres alinhados sobre mortalhas brancas não eram vítimas dos massacres de 17 de Dezembro de 1989, mas mortos desenterrados do cemitério dos pobres, complacentemente oferecidos à necrofilia da televisão. Tínhamo-nos esquecido de que hoje a informação televisiva é essencialmente um divertimento, um espectáculo. Que ela se nutre fundamentalmente de sangue, de violência e de morte. E chega-se a este paradoxo, que quanto mais se comunica, menos se informa, portanto mais se desinforma.

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