Arquivo da categoria ‘ficção’

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Anthony Burguess – Laranja Mecanica

setembro 14, 2008

Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário.A estranha linguagem utilizada por Alex soberbamente engendrada pelo autor empresta uma dimensão quase lírica ao texto.Ao lado de 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Laranja Mecânica é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

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William Gibson – Neuromancer

setembro 14, 2008

Um hacker renegado, uma samurai das ruas, um fantasma de computador, um terrorista psíquico e um rastafari orbital num thriller sexy, violento e intrigante. De Tóquio a Istambul, das estações espaciais ao não-espaço da realidade virtual, o tenso jogo final da humanidade contra as Inteligências Artificiais…
Evoluindo de Blade Runner e antecipando Matrix, Neuromancer é o primeiro – e ainda hoje o mais famoso – livro de William Gibson. É considerado não só o romance que deu origem ao gênero cyberpunk, mas também o seu melhor representante. Edição especial com nova tradução, nova capa e projeto gráfico, novo prefácio e notas explicativas.

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Chuck Palahniuk – Sobrevivente

março 8, 2008

 

 

Não há qualquer problema em se oferecer Valium ao peixinho de estimação ou aprender algumas ‘técnicas úteis’ para remover sangue de um teclado de piano. Muito menos aconselhar uma pessoa em crise para que morra ou seqüestrar  um avião, expulsar os passageiros e a tripulação, e rumar para o oceano e a própria morte mostrando sem pena a podridão da sociedade moderna. Em O Sobrevivente Chuck Palahniuk continua a sua crítica brutal do dia a dia do homem moderno. Aqui o alvo são as religiões, o endeusamento de algumas pessoas, o terrorismo, a comodidade. Enredo: Um sobrevivente de uma religião dessas que os americanos adoram inventar (do tipo fanática mesmo), onde todos os outros participantes cometeram suicidio, sequestra um avião que pretende derrubar e conta sua história para a caixa preta. É uma história contundente, envolvente e alguns outros entes que você puder imaginar.

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Chuck Palahniuk – Clube da luta

março 8, 2008

Chuck Palahnuik, jornalista e escritor, mostra um grupo de jovens que transformam a violência em uma necessidade, quase uma purificação. Clube da luta é o mesmo que a gente sente em algum momento de nossas vidas. Cada vez que trabalhamos umas horas a mais, que deixamos de fazer algo que desajávamos muito para esticar no emprego, a frustração faz com que nos sintamos escravos de algo que não tem forma: Não é por acaso que toda propaganda de telefone, seguradora e banco mostra você se divertindo com as pessoas que ama, vendo o pôr do sol. É o símbolo dos anseios humanos. “Clube da luta ” lida com isso. E lida com maestria. Mesmo sendo radical em muitos momentos, o discurso do personagem é muito bem sustentado e você embarca com ele na sua viagem alucinada. O que o personagem alega é que nos tornamos escravos de nossos livros, discos, TVs, móveis, contasbancárias. O que ele defende é a desvinculação de tudo. E a luta é uma das ferramentas para trilhar esse caminho na busca de se desvincular da realidade. Em sua opinião, só quando você perde tudo, só quando chegou ao fundo e abriu mão de cada coisa você está realmente livre e pronto para recomeçar.

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Goethe – os sofrimentos do jovem Werther

março 7, 2008

Os Sofrimentos do Jovem Werther (1774) é uma obra-prima da literatura mundial, marco inicial do romantismo e uma das primeiras obras de Johann Wolfgang von Goethe. Trata-se de um romance epistolar de cunho autobiográfico, ainda que Goethe tenha cuidado para que nomes e lugares fossem trocados e, naturalmente, algumas partes fictícias acrescentadas, como o final. Neste livro, o suposto Jovem Werther envia por um longo período cartas ao narrador que, no próprio livro, através de notas de rodapé, afirma que nomes e lugares foram trocados. O romance é escrito em primeira pessoa e com poucas personagens. Na época ocorreu, na Europa, uma onda de suicídios, de tão profundo que Goethe fora em suas palavras. Num estilo completamente adverso a Fausto, mas não menor que neste.

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George Orwell – 1984

março 7, 2008

Narrado em terceira pessoa, o livro conta a história de Winston Smith, membro do partido externo, funcionário do Ministério da Verdade. A função de Winston é reescrever e alterar dados de acordo com o interesse do Partido. Nada muito diferente de um jornalista ou um historiador. Winston questiona a opressão que o Partido exercia nos cidadãos. Se alguém pensasse diferente, cometia crimidéia (crime de idéia em novilíngua) e fatalmente seria capturado pela Polícia do Pensamento e era vaporizado. Desaparecia.

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